Brasil atinge os 213,3 milhões de habitantes

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O Brasil chegou a 213,3 milhões de habitantes em 01 de julho de 2021, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o órgão responsável pelas estatísticas do Governo brasileiro, o estudo leva em conta todos os 5.570 municípios do país.

A cidade de São Paulo continua a ser a mais populosa, com 12,4 milhões de habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (6,8 milhões), Brasília (3,1 milhões) e Salvador (2,9 milhões).

A região metropolitana de São Paulo é também a mais populosa do país, com 22,04 milhões de habitantes, seguida pelas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro (13,19 milhões) e Belo Horizonte (6,04 milhões).

Os 17 municípios do país com população superior a um milhão de habitantes concentram 21,9% da população brasileira, ou 46,7 milhões de pessoas.

Os dados mostram que o conjunto das 26 capitais regionais dos estados brasileiros mais o Distrito Federal supera os 50 milhões de habitantes, representando, em 2021, 23,87% da população do país.

Com apenas 771 habitantes, Serra da Saudade, localizada no estado de Minas Gerais, é a cidade brasileira com menor população.

Entre os estados brasileiro, São Paulo segue como o mais populoso, com 46,6 milhões de habitantes, concentrando 21,9% da população total do país, seguido de Minas Gerais, com 21,4 milhões de habitantes, e do Rio de Janeiro, com 17,5 milhões de habitantes.

Os cinco estados menos populosos somam cerca de 5,8 milhões de pessoas e estão na região Norte, nos estados de Roraima, Amapá, Acre, Tocantins e Rondônia.

O IBGE frisou ainda que as estimativas populacionais não incorporam os efeitos da pandemia de covid-19.

De acordo com o gerente de Estimativas e Projeções de População do IBGE, Márcio Mitsuo Minamiguchi, dados preliminares do Registo Civil e do Ministério da Saúde apontam para um excesso de mortes, principalmente entre idosos, e uma diminuição dos nascimentos.

É possível que também tenham ocorrido alterações nos fluxos migratórios.

“Como a pandemia ainda está em curso e devido à ausência de novos dados a respeito da migração, que juntamente com a mortalidade e fecundidade constituem as chamadas componentes da dinâmica demográfica, ainda não foi elaborada uma projeção da população para os estados e o Distrito Federal que incorpore os efeitos do contexto sanitário atual na população”, concluiu Minamiguchi.

Por: Lusa