Covid-19: Número de mortes subiu para 43 em Portugal

229

O número de mortes associadas ao vírus que provoca a Covid-19 subiu para 43 em Portugal, revelou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS), num boletim que regista 2.995 casos de infeção.

O boletim epidemiológico divulgado às 12:23, que regista mais 10 mortes do que os dados revelados na terça-feira, indica que estão confirmadas 20 mortes na região Norte, 10 na região Centro, 12 na região de Lisboa e Vale do Tejo e uma no Algarve.

Das 2.995 pessoas infetadas pelo novo coronavírus (mais 633 do que na terça-feira), a grande maioria (2.719) está a recuperar em casa, indica a DGS, que regista 276 pessoas internadas (mais 73), 61 das quais em Unidades de Cuidados Intensivos (mais 13).

Desde 01 de janeiro foram registados 21.155 casos suspeitos, dos quais 1.591 aguardam resultado laboratorial. Houve ainda 16.569 casos em que os testes não confirmaram a infeção e 22 doentes que já recuperaram.

O boletim da DGS indica que há 13.624 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.

A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 1.517, seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (992), da região Centro (363), do Algarve (62) e do Alentejo (12).

Há 16 casos na Madeira e 17 nos Açores. O boletim dá ainda conta de 11 infetados que têm residência no estrangeiro.

Os dados indicam que há 46 casos que resultam da importação do vírus de Espanha, 30 de França, 20 de Itália, 13 da Suíça, 12 do Reino Unido, seis dos Países Baixos, cinco do Brasil, cinco de Andorra, quatro da Áustria, três dos Emirados Árabes Unidos, três da Índia, dois da Alemanha, um da Bélgica, um da Alemanha e Áustria, um do Irão, um do Egito, um da Dinamarca e outro da Argentina.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados da Covid-19 foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 428 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 19.000 morreram.

Por: Lusa