Covid-19: Número de mortos em África aumenta para 693

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O número de mortes provocadas pela covid-19 em África é de 693 e estão registados 12.973 casos em 52 países, de acordo com a mais recente atualização dos dados da pandemia naquele continente.

Segundo o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (CDC África), nas últimas 24 horas, o número de mortes registadas subiu de 630 para 693, enquanto as infeções subiram de 12.219 para 12.973.

O CDC África registou também 2.064 doentes recuperados após a infeção, mais 500 nas últimas 24 horas.

A pandemia afeta já 52 dos 55 países e territórios de África, com quatro países – África do Sul, Argélia, Egito e Marrocos – a concentrarem mais de metade das infeções e mortes associadas ao novo coronavírus.

A África do Sul tem o maior número de casos (2.003), com 24 mortos, mas o maior número de vítimas mortais regista-se na Argélia (256), em 1.761 infetados.

O Egito tem 1.794 infetados e 135 mortos, enquanto Marrocos tem 1.448 casos e 107 vítimas mortais.

Apenas Lesoto, ilhas Comores e o Saara Ocidental não têm casos registados.

Todos os países africanos lusófonos registam casos da doença, com a Guiné-Bissau a ser o mais afetado, contabilizando 38 pessoas com infeções pelo novo coronavírus.

Angola soma 19 casos confirmados de covid-19 e duas mortes.

Moçambique tem 20 casos declarados de infeção pelo novo coronavírus e Cabo Verde totaliza sete casos de infeção desde o início da pandemia, entre os quais um morto. Na quinta-feira, as autoridades cabo-verdianas anunciaram que morreram 12 cidadãos de Cabo Verde no estrangeiro vítimas da doença.

São Tomé e Príncipe, o último país africano de língua portuguesa a detetar a doença no seu território, regista quatro casos confirmados.

Na Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), estão confirmados 18 casos positivos de infeção.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou a morte a mais de 100 mil pessoas e infetou mais de 1,6 milhões em 193 países e territórios.

Dos casos de infeção, mais de 335 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Por: Lusa