Curiosidades sobre o CAN de futebol

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  • Das 24 seleções presentes no Campeonato Africano das Nações, apenas seis não têm alcunhas relativas a animais: Zimbabué (guerreiros), Maláui (as chamas), Egito (faraós), Serra Leoa (estrelas), Guiné Equatorial (trovões) e Gana (estrelas negras). Depois, de peixes (os coelacanth, dos Comoros, e os tubarões azuis, de Cabo Verde) a escorpiões (Gâmbia), há de tudo um pouco, mas leões e águias estão em maioria. O rei da selva está ligado a Camarões (indomáveis), Senegal (de Teranga, região costeira do país), Marrocos (do Atlas, zona montanhosa e de deserto) e Mauritânia (Chinguetti, cidade medieval do centro-oeste). Já o Mali é conhecido pelas águias, que são super na Nigéria e do Cartago na Tunísia. Assim, contas feitas, leões, 4-águias, 3!

  • A 33.ª edição do CAN assinala a estreia de dois países na fase final da prova: Comoros e Gâmbia. Mauritânia (2.ª vez), Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Maláui, Serra Leoa e Cabo Verde (3.ª ocasião), também são fresquinhos. No reverso da medalha, o Egito, país mais titulado da competição (ver quadros), está pela 25.ª vez nestas andanças, seguido de perto por Costa do Marfim (24) e Gana (23).

  • Por culpa da pandemia de Covid-19, a CAF reduziu a lotação dos estádios para 80 por cento nos encontros do país anfitrião, os Camarões, e para 60% nas restantes partidas da competição.

  • Unificado e independente desde 1961 (quando se libertou do Reino Unido um ano depois de ter feito o mesmo em relação à França), é um país em guerra desde finais de 2017 que recebe a fase final do CAN. Das cinco cidades-sede, a mais problemática é Limbe, onde a falta de água agudizou o clima de tensão entre os separatistas, que clamam pela criação de um estado próprio, e os defensores de Paul Biya, presidente dos Camarões desde 9 de novembro de 1982.

Por: A Bola