Governo de Cabo Verde não deve nada aos Tubarões Martelo e Kitana Cabral reage negativamente

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O Governo investiu seis mil contos com a participação da selecção de Cabo Verde que esteve no Afrobasket 2015 mas Kitana Cabral não gostou de saber que ‘o governo não deve nada à selecção’.

Ontem, quarta-feira, o jornal online Inforpress noticiou que o Governo investiu seis mil contos com a participação da selecção de Cabo Verde no Afrobasket’2015, que decorre na Tunísia, e que não deve nada mais à Federação Cabo-verdiana de Basquetebol, citando o Diretor Geral dos Desportos (DGD), Gerson Melo.

Gerson Melo disse que a selecção, neste caso a Federação Cabo-verdiana de Basquetebol, teve todas as suas dívidas liquidadas na Tunísia, mediante o envolvimento do Comité Olímpico Cabo-verdiano (COC) e que criou-se inclusive as melhores condições para que o basquetebol pudesse estar mais bem preparado para o jogo que opôs Cabo Verde e o Gabão onde os gaboneses eliminaram os Tubarões Martelo na tarde de ontem.

Foi investido 30 mil dólares para que os Tubarões Martelo podassem estar presentes no Afrobasket. “Neste momento o basquetebol conta com 15 mil dólares para serem usados, caso consiga estar presente no pré-olímpico que dá acesso ao Rio 2016”, especificou Filomena Fortes, alegando que o COC tem feito todo o esforço, juntamente com o Governo, para que a participação de Cabo Verde no Afrobasket fosse de uma forma mais ligeira.

Fortes assegurou mesmo que a situação da selecção nacional no Afrobasket foi totalmente resolvida na sexta-feira última, porquanto o COC fez o pagamento de todas as despesas que estavam em dívidas na Tunísia.

A noticia foi divulgada no Inforpress e a pagina da DGD no Facebook colocou a noticia na referida rede social e Kitana Cabral, presidente da Federação Cabo-verdiana de Basquetebol (FCBB), não gostou e comentou dizendo: “Dexam ka reagi a quente porque npode fla ASNERA” (É melhor não reagir de cabeça quente porque senão posso dizer asneira).

Facto é que Kitana Cabral esta em Cabo Verde isto depois de deixar a comitiva dos Tubarões Martelo, para poder resolver questões financeiras que estavam a dificultar a estadia da selecção que por exemplo não treinou um dia porque a FIBA não enviou um autocarro para que eles pudessem deslocar-se ao pavilhão, por causa de dividas da FCBB.